Antes que caia o pano
Espaço no centro de São Paulo preserva a memória do circo e conta a história das “famílias” circenses que desembarcaram no País desde o século 19
O PÚBLICO É SEMPRE “RESPEITÁVEL”, na opinião deles, mas cá pra nós, o público é que tem de tirar o chapéu pra essa gente que é de circo. E pensar que nem sempre temos a oportunidade de acompanhar de perto o dia a dia deles, pois mal chegam em uma localidade, e já estão partindo pra outras.
Na bagagem, palhaços, malabaristas, acrobatas, contorcionistas, ilusionistas e equilibristas, na verdade uma grande família, parece que levam embora parte da alegria que por alguns dias semearam no lugar. A história e a trajetória dessas famílias vem sendo levantada, através de documentos, fotografias, jornais, revistas, figurinos, aparelhos, além de depoimentos de dezenas de artistas.
Segundo Verônica Tamaoki, curadora e coordenadora do Centro de Memória do Circo, localizado no centro de São Paulo, nesses relatos reside grande parte da memória circense brasileira. Leia Mais





