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Antes que caia o pano

Espaço no centro de São Paulo preserva a memória do circo e conta a história das  “famílias” circenses que desembarcaram no País desde o século 19

O PÚBLICO É SEMPRE “RESPEITÁVEL”, na opinião deles, mas cá pra nós, o público é que tem de tirar o chapéu pra essa gente que é de circo. E pensar que nem sempre temos a oportunidade de acompanhar de perto o dia a dia deles, pois mal chegam em uma localidade, e já estão partindo pra outras.
Na bagagem, palhaços, malabaristas, acrobatas, contorcionistas, ilusionistas e equilibristas, na verdade uma grande família, parece que levam embora parte da alegria que por alguns dias semearam no lugar. A história e a trajetória dessas famílias vem sendo levantada, através de documentos, fotografias, jornais, revistas, figurinos, aparelhos, além de depoimentos de dezenas de artistas.
Segundo Verônica Tamaoki, curadora e coordenadora do Centro de Memória do Circo, localizado no centro de São Paulo, nesses relatos reside grande parte da memória circense brasileira. Leia Mais

Silencioso e sorrateiro

De repente, não se sabe nem de onde e nem como, chega o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), uma doença traiçoeira, que tem levado muitas pessoas à morte súbita por não apresentar sintomática. Líder do ranking das doenças cardiovasculares, ao lado das doenças Coronariana obstrutiva, Cerebrovascular e Insuficiência Cardíaca, o infarto mata mais do que doenças infecciosas, acidentes e câncer, sendo diretamente responsável por grande parte dos óbitos precoces. O cardiologista José Kawazoe Lazzoli, especialista em Medicina do Esporte e Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), diz que é possível ter um IAM sem nenhum sintoma. Isso é mais frequente (embora não exclusivo) em pacientes diabéticos. Leia Mais

À mesa com o Shrek

SÃO PAULO POSSUI MAIS DE 15 MIL BARES e cerca de 13 mil restaurantes, que oferecem pratos das mais diversas regiões brasileiras e de dezenas de países. Tem para todos os gostos e bolsos; mais sofisticados e estrelados, e também aqueles bem populares, cujas características são o preço baixo e as porções fartas. Nem sempre, porém, esses últimos estão localizados em áreas centrais ou nos Jardins; ficam em becos e até em favelas, caso do Galinhada do Bahia, próximo da Marginal do Tietê, ao lado do estádio da Portuguesa de Desportos, bairro do Canindé. O “visual” do local tem melhorado a cada ano, mas isso não importa muito para os usuários que chegam, muitos deles, em carros importados. Leia Mais

Mister Coca-Cola

O paulistano e corintiano Homero Cesar Rodrigues (69 anos) tem 12 dos 15 modelos de garrafas de Coca-Cola vendidos atualmente nos Estados Unidos. Grande coisa (dirão alguns), isso qualquer colecionador pode ter. A diferença, aqui, é que não estamos falando de um “qualquer colecionador”, mas do homem que tem provavelmente a maior quantidade de produtos e objetos com a marca Coca-Cola de todo o Brasil. As peças ocupam as paredes e balcões de pelo menos seis salas de seu restaurante, o Free Port, localizado no bairro de Santana, zona norte de São Paulo. Não satisfeito, ele ainda mantém no local a maior coleção de camisas do Corinthians do País, com cerca de 500 peças, além de garrafas de cervejas e de cachaça das mais diversas procedências. Leia Mais

A Turquia se salva

A novela “Salve Jorge” não tem agradado muito aos brasileiros, nem aos turcos, gregos ou troianos. O que não dá para questionar, no entanto, é a beleza do cenário, principalmente nas ações filmadas em Istambul e Capadócia. Cortada ao meio pelo Bósforo, a metrópole turca se divide entre a Europa e a Ásia; consegue aliar na dose exata um rico passado histórico e modernidade. Fundada no início dos anos 300 da Era Cristã, onde antes havia uma colônia grega, pelo imperador romano Constantino, ganhou inicialmente o nome de Constantinopla e tornou-se capital do Império Romano. Quem caminha pela avenida que margeia o Bósforo, no bairro de Besiktas, pode ver de um lado, às margens do canal, os luxuosos palácios construídos pelos governantes pós-romanos e sultões, e do outro, os velhos muros da antiga Bizâncio, outro nome da cidade. Mais à frente, um moderno bonde traz de volta o visitante para o século 21. Leia Mais

Para além dos 15 minutos

De repente, a encruzilhada na vida: um trabalho de alta remuneração, o conforto e o prestígio ou simplesmente correr atrás de seu sonho? Essa dúvida bateu na cabeça do agora artista plástico Neno Ramos. Quando ainda estudante, trabalhava na empresa do pai e já usufruía de uma vida profissional estabilizada. Aliás, se dependesse do desejo paterno teria se formado engenheiro civil, mas decidiu optar pela arquitetura, que possibilitava flertar com o mundo das artes. “Eu gosto do que é belo. Quando vou a algum lugar observo o design dos objetos e vou assimilando o espaço”, conta. Leia Mais

ABC de celular

UM TORMENTO PARA a maior parte dos professores, o emprego da tecnologia na sala de aula vem ganhando cada vez mais defensores. Para os alunos, nada mais corriqueiro, se celulares, smartphones e tablets já fazem parte do dia a dia de cada um, por que não transferi-los para o ambiente escolar? A ideia é compartilhada pelo físico e professor José Carlos Antonio, autor de materiais didáticos para o Ensino Médio, cursinhos, Ensino Fundamental, para a formação de professores (EAD), entre outras atividades, para quem o celular já não pode ser considerado apenas telefone, mas um aparelho multimídia de comunicação em rede. “Mesmo com a proibição, muitos estudantes o levam para ouvir música, jogar videogame, trocar mensagens com os colegas. Hoje em dia, ficar conectado à Internet é muito barato. Mesmo a população de baixa renda, nas escolas públicas das periferias, se mantém conectada à rede”, considera. Leia Mais

A hora certa de comprar

O VOLTA ÀS AULAS 2013 agita as lojas da Kalunga desde o início de janeiro. Em algumas regiões, os pais se anteciparam e fizeram suas compras, tão logo encerrou-se o período de festas; enquanto em outras, as compras foram adiadas para depois do Carnaval. O mais importante é que a Kalunga se preparou desde meados do ano passado para atender não só os mais apressados, mas também os que sempre deixam para a última hora. Leia Mais

Cochilou o estresse caiu

O turista brasileiro não acredita no que vê. Em alguns países europeus, como Espanha, Portugal e Itália, ele chega para almoçar mais tarde ou comprar algum souvenir e o estabelecimento está fechado. “Como assim, fechar justo na hora do almoço?”, indaga irritado. Pois é, como viajar é cultura, ele aprende na prática um dos hábitos mais comuns entre alguns europeus: a soneca vespertina, mais conhecida como sesta. Originária do latim sexta, a palavra significa meio-dia – a sexta hora do dia romano que se inicia às 6 horas. Em algumas localidades, ela pode durar até duas horas. Leia Mais

Eduardo Kobra: A arte violentou o muro (ainda bem)

Inquieto e mega-produtivo, o muralista e artista plástico Eduardo Kobra é atualmente um dos expoentes da neovanguarda paulista. Para ser reconhecido, precisou trilhar um árduo, difícil e longo caminho. Nascido no Jardim Paulistano, bairro nobre de São Paulo, ele passou muitos anos de sua vida na região do Campo Limpo, bairro mais periférico e carente. Autodidata, desenvolveu sua arte inspirado em artistas considerados “marginais”, como Basquiat. Nos últimos anos, ganhou destaque no cenário internacional, tendo feito várias viagens para apresentar seu trabalho na Inglaterra, França e nos Estados Unidos. Leia Mais