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Sujeito a chuvas e trovoadas

DE REPENTE, O PAÍS SEM VULCÕES, sem terremotos, tsunamis e outros fenômenos da natureza, está se revelando o campeão dos temporais, tempestades, enchentes, e demais consequências. Para se ter uma ideia, só de raios são aproximadamente 50 milhões anualmente, o que o faz também líder mundial nessa categoria. As razões seriam a localização, ou seja, o Brasil está exatamente na denominada zona tropical, onde o clima é mais quente, portanto, mais favorável à formação de tempestades. Ora, como um raio nunca vem sozinho, na sua esteira, ele pode trazer morte, queimadas e danos incalculáveis à rede elétrica e, consequentemente, aparelhos elétricos e eletrônicos em geral. A melhor maneira de prevenir esses acidentes é usar equipamentos de proteção de energia, como os no breaks, cujas funções são proteger PCs, notebooks, a rede e outros aparelhos a ele ligados contra surtos de tensão, frequência elétrica e eventuais interrupções de energia. Leia Mais

Arquitetura na veia

AO CONTRÁRIO DESTA ENTREVISTA, o escritório de João Armentano é parecido com o de todo arquiteto e decorador, bemdecorado e organizado; nas paredes, nada de diplomas ou troféus, apenas fotos diversas, de alguns trabalhos ou maquetes. Ainda assim, como bom virginiano, perfeccionista, ele se desculpa “Não repare na bagunça”. Já entrevistá-lo é outra história. O repórter tenta alinhavar as perguntas, mas ele faz questão de ditar o ritmo da conversa. Fala muito, sobre si, seu trabalho, enfim, sobre tudo. Leia Mais

Em terra de cego…

CÃES E ESPAÇOS PÚBLICOS não combinam. Contra todas as convenções, no entanto, eles chegam, entram e são alvos de todos os olhares, tanto de admiração, quando de eventual reprovação. De desa cordo, evidentemente, daqueles que desconhecem a importância dos cães-guia, especialmente treinados para acompanhar deficientes visuais, estejam onde estiverem. E lá vão eles, à frente, seja no Metrô, no supermercado, no elevador, num shopping center e até numa sala de concertos. E não adianta vir com aquela história de que “aqui cachorro não entra”, que no Brasil já existem Leis nas esferas federais, estaduais e municipais que asseguram acesso de ambos (cachorro e dono) a todos os lugares. Leia Mais

Que nem andar de bicicleta

CENA COMUM EM TODA grande cidade: o sujeito ali na praça a pintar uma paisagem ou um rosto e o povo em volta embasbacado com sua capacidade, alguns com um misto de inveja e admiração. Frustrados, se perguntam: “Como ele consegue fazer isso, por que eu não tenho esse dom?” Todos conseguem, sem nenhum mistério, desde que desenvolvam mais o lado direito do cérebro, conforme o arquiteto paulista Roberto Rondino. Ele comprova diariamente sua tese no curso de desenho, que oferece há 21 anos, no estúdio anexo à sua casa, no bairro da Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. Leia Mais

Vocês querem bacalhau?

BACALHAU, PARA OS PORTUGUESES, não é considerado nem peixe, nem carne. Bacalhau é bacalhau, e pronto. Aliás, foram eles que introduziram esse peixe nos pratos do dia a dia, ainda no século 14, fase das grandes navegações. Naquela circunstância, o pescado atendia às demandas da época; uma vez salgado, mantinha suas características gustativas, e o mais importante, podia ser armazenado sem refrigeração por meses. Leia Mais

Feito em casa

COM APENAS 29 ANOS, o chef Magnus Nilsson tem despertado a atenção dos críticos para o seu Fäviken, restaurante com apenas 14 lugares em Järpen, Suécia, que ocupa o 34º lugar no ranking dos melhores do mundo pela respeitada revista Restaurant. Destaque não apenas para a qualidade dos pratos, mas para os ingredientes utilizados, a maior parte deles procedente do próprio restaurante. O chef é mestre na arte de defumar, fermentar, maturar ou apodrecer controladamente as bactérias envolvidas no processo. Fácil de entender: quando vamos aos supermercados, temos nossos sentidos para as gôndolas repletas de vidros de geleias ou conservas, mas quando descobrimos que essas guloseimas são artesanais o apelo é muito maior. Leia Mais

Passado sempre presente

Não sei quantas vezes fui a Paraty (município litorâneo no extremooeste do Estado do Rio), desde os anos 1970/1980 e, a cada a viagem, tive o prazer de encontrar um cenário diferente. Aqui, uma Paraty repleta de histórias; ali, somentes memórias; acolá, cultura, casos e casos. De vez em quando um temporal faz que vai levar tudo rio abaixo, mas a bonança faz ressurgir uma outra cidade, ainda mais instigante. A primeira vez, estava acampado em Trindade, quase na divisa com São Paulo, à época, uma pacata vila de pescadores, cuja ligação com a Rio-Santos era feita por estrada de terra; quando chovia ninguém chegava, nem saía de lá. Lembro que saboreamos um delicioso Camarão ao Catupiry, no Café Paraty (Rua do Comércio, 253), Centro Histórico. Os limites da cidade não iam muito além dali. Leia Mais

Cabeça a prêmio

O CONSUMIDOR BRASILEIRO vai trabalhar até o mês de maio para pagar os impostos de 2013 devidos ao governo, e só daí em diante ganhar o suado dinheiro para si. E olha que a lista é longa, impostos sobre a renda, contribuição previdenciária – INSS e previdências oficiais –, contribuições sindicais, PIS, ICMS e IPI, impostos sobre o patrimônio, IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR, as muitas taxas como limpeza pública, entre outras. Desta forma, é natural que ele, em algum momento, entre no “vermelho”, acabe inadimplente ou como se dizia antigamente com o “nome sujo”. Leia Mais

Antes que caia o pano

Espaço no centro de São Paulo preserva a memória do circo e conta a história das  “famílias” circenses que desembarcaram no País desde o século 19

O PÚBLICO É SEMPRE “RESPEITÁVEL”, na opinião deles, mas cá pra nós, o público é que tem de tirar o chapéu pra essa gente que é de circo. E pensar que nem sempre temos a oportunidade de acompanhar de perto o dia a dia deles, pois mal chegam em uma localidade, e já estão partindo pra outras.
Na bagagem, palhaços, malabaristas, acrobatas, contorcionistas, ilusionistas e equilibristas, na verdade uma grande família, parece que levam embora parte da alegria que por alguns dias semearam no lugar. A história e a trajetória dessas famílias vem sendo levantada, através de documentos, fotografias, jornais, revistas, figurinos, aparelhos, além de depoimentos de dezenas de artistas.
Segundo Verônica Tamaoki, curadora e coordenadora do Centro de Memória do Circo, localizado no centro de São Paulo, nesses relatos reside grande parte da memória circense brasileira. Leia Mais

Silencioso e sorrateiro

De repente, não se sabe nem de onde e nem como, chega o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), uma doença traiçoeira, que tem levado muitas pessoas à morte súbita por não apresentar sintomática. Líder do ranking das doenças cardiovasculares, ao lado das doenças Coronariana obstrutiva, Cerebrovascular e Insuficiência Cardíaca, o infarto mata mais do que doenças infecciosas, acidentes e câncer, sendo diretamente responsável por grande parte dos óbitos precoces. O cardiologista José Kawazoe Lazzoli, especialista em Medicina do Esporte e Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), diz que é possível ter um IAM sem nenhum sintoma. Isso é mais frequente (embora não exclusivo) em pacientes diabéticos. Leia Mais