Uma guerra absoluta
Em cenários variados – Europa, norte da África, Oriente Próximo, Extremo Oriente e Pacífico –, a Segunda Guerra exigiu novos sistemas de armas, modificando definitivamente os dados táticos e estratégicos. Esse conflito “fora das normas” também foi absoluto, não somente pela extensão dos massacres, pelo emprego de meios de destruição em massa ou pelo desencadeamento das paixões, mas também por seu desfecho: a capitulação total dos vencidos.
No recém-lançado A Segunda Guerra Mundial – História e Estratégias, 640 páginas, Editora Contexto, o historiador francês Philippe Masson, especialista em conflitos do século 20, descreve e analisa a guerra do começo ao fim, sem poupar detalhes. Revela, por exemplo, como os alemães moldaram e fabricaram tanques quase indestrutíveis, forçando os “Aliados” a desenvolverem tecnologias para penetrar tais couraças. Retrata os dramas das populações, as reações dos cidadãos durante e depois do fim da guerra. Explica desde as decisões dos generais – e como suas estratégias influenciaram o encaminhamento do conflito – até o papel do soldado.
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